EconomiaC

Friday, September 22, 2006

Programa, Objectivos, Metodologias, Avaliação e Bibliografia da disciplina de Economia C

Programa da disciplina de Economia C ( 12º ano)

1. Crescimento e Desenvolvimento
1.1. Crescimento económico e desenvolvimento – conceitos e indicadores
1.2. O crescimento económico moderno
1.2.1. Fontes de crescimento económico
1.2.2. Características do crescimento económico moderno
1.2.3. Ciclos de crescimento económico
1.3. As desigualdades actuais de desenvolvimento

2. A Globalização e a Regionalização Económica do Mundo
2.1. A mundialização económica
2.1.1. Noção e evolução
2.1.2. A aceleração da mundialização económica a partir de 1945
2.2. A globalização do mundo actual
2.2.1. A mundialização e a globalização
2.2.1.1. A mundialização das trocas
2.2.1.2. Os movimentos internacionais de factores produtivos
2.2.1.3. Os fluxos de informação
2.2.1.4. A globalização dos mercados
2.2.2. A transnacionalização da produção
2.2.3. A globalização financeira
2.2.4. A globalização cultural
2.3. A globalização e os países em desenvolvimento
2.4. A regionalização económica mundial – áreas económicas

3. O Desenvolvimento e a Utilização dos Recursos
3.1. O desenvolvimento e a questão demográfica
3.1.1. O progresso tecnológico e o crescimento demográfico
3.1.2. A diversidade de estruturas demográficas
3.1.3. Consequências económicas da questão demográfica
3.2. O desenvolvimento e os recursos ambientais
3.2.1. O crescimento económico moderno e as consequências
ecológicas
3.2.2. O funcionamento da economia e os problemas ecológicos


4. O Desenvolvimento e os Direitos Humanos
4.1. Direitos Humanos – noção, características gerais e evolução
4.2. Economia e Justiça Social – o direito ao desenvolvimento
4.3. Economia e Cidadania – o direito à não discriminação e a um completo
Desenvolvimento Humano
4.4. Economia e Ecologia – o direito a um ambiente saudável e a um
Desenvolvimento Sustentável
4.5. Economia, Desenvolvimento e Direitos Humanos



Objectivos gerais da disciplina de Economia C (12º ano):

-Perspectivar a Economia no conjunto das Ciências Sociais
- Fornecer conceitos básicos da Ciência Económica
- Promover a análise quantitativa dos fenómenos económicos
- Promover a compreensão dos factos de natureza económica,
integrando-os no seu contexto social mais amplo
- Fomentar a articulação de conhecimentos sobre a realidade social
- Contribuir para a identificação e para a compreensão de grandes
problemas do mundo actual, a diferentes níveis de análise
- Promover o rigor científico e o desenvolvimento do raciocínio, do espírito
crítico e da capacidade de intervenção, nomeadamente na resolução de
problemas
- Contribuir para melhorar o domínio escrito e oral da língua portuguesa
- Desenvolver técnicas de trabalho intelectual, nomeadamente no domínio
da pesquisa, do tratamento e da apresentação da informação
- Promover a utilização das tecnologias da informação e comunicação
- Desenvolver a capacidade de trabalho individual e em grupo
- Fomentar a interiorização de valores de tolerância, respeito pelas
diferenças, democracia e justiça social, solidariedade e cooperação
- Fomentar atitudes de não discriminação, favoráveis à promoção de
igualdade de oportunidades para todos, nomeadamente entre os sexos
- Contribuir para a formação do cidadão, educando para a cidadania, para
a mudança e para o desenvolvimento
- Promover a reflexão sobre os Direitos Humanos e responsabilidades
Correspondentes


Do acima exposto resultam os seguintes objectivos para os alunos da
disciplina de Economia C (12º ano):



I – No domínio dos conhecimentos

-Compreender a perspectiva da Ciência Económica na análise dos
fenómenos sociais
- Integrar os fenómenos económicos no contexto dos fenómenos sociais
- Compreender conceitos económicos fundamentais
- Utilizar correctamente a terminologia económica
- Conhecer aspectos relevantes das economias portuguesa e da União
Europeia
- Compreender aspectos relevantes da organização económica das
sociedades, bem como da sua evolução
- Compreender características fundamentais do mundo actual –
desigualdades económicas, regionalização económica, mundialização e
globalização, crescimento populacional e consumo intensivo de recursos
naturais
- Conhecer tendências da economia mundial
- Problematizar a situação político-económica mundial, europeia e
portuguesa à luz dos Direitos Humanos


II – No domínio das competências e das atitudes

- Desenvolver hábitos e métodos de estudo
- Desenvolver competências no domínio do “aprender a aprender”
- Desenvolver o gosto pela pesquisa
- Desenvolver capacidades de compreensão e de expressão oral e escrita
- Pesquisar informação em diferentes fontes, recorrendo nomeadamente
às tecnologias da informação e comunicação
- Analisar documentos de diversos tipos – textos de autor, notícias da
imprensa, dados estatísticos, documentos audiovisuais
- Interpretar quadros e gráficos
- Elaborar sínteses de conteúdo de documentação analisada
- Utilizar processos de análise quantitativa dos fenómenos económicos
- Utilizar técnicas de representação da realidade económica
- Fazer comunicações orais com apoio de suportes diversificados de
apresentação da informação
- Estruturar respostas escritas com correcção formal e de conteúdo
- Elaborar projectos de trabalho, realizá-los e avaliá-los
- Desenvolver o espírito crítico
- Desenvolver a capacidade de intervir de forma construtiva
- Desenvolver a capacidade de discutir ideias, de as fundamentar
correctamente e de atender às ideias dos outros, integrando-as na sua
análise
- Desenvolver o espírito de tolerância, de respeito pela diferença e de
cooperação
- Desenvolver o espírito criativo e de abertura à inovação




RECURSOS
Como recursos didácticos, a utilizar pelo professor e/ou pelos alunos, sugerem-se,
entre outros que o professor venha a considerar adequados, os seguintes:

- Livros e revistas de carácter científico.
-Jornais (diários e semanários, regionais e nacionais ou, mesmo,
internacionais) e revistas de carácter informativo.
- Estatísticas disponibilizadas por organismos nacionais e internacionais
(INE, Ministérios, Comissões de Coordenação Regional, Autarquias,
Comissão Europeia e Parlamento Europeu, Instituições da ONU, OCDE,
etc.).
- Sites na Internet, quer de organismos nacionais e internacionais, quer de
bases de dados e de informações diversificadas.
- CD-Roms (enciclopédias, bases de dados, temáticos e, eventualmente,
especificamente com objectivos didácticos).
- Programas de televisão, quer informativos, quer documentais.
- Filmes e documentários, considerados oportunos e adequados,
disponíveis no mercado, nomeadamente em VHS e DVD.
- Diapositivos disponíveis no mercado e/ou elaborados por professores e,
eventualmente, por alunos.
- Dossiers temáticos, de organização progressiva e cumulativa.
- Transparências disponíveis no mercado e/ou elaboradas por professores
e, eventualmente, por alunos.
- Visitas de estudo.

É igualmente desejável que as aulas de Economia decorram em sala própria,
com armário para guardar o material necessário, e equipada (ou que seja,
sempre que necessário, equipada), para além dos tradicionais quadro e giz,
com retroprojector e ecrã, televisão e leitor de vídeo, projector de diapositivos,
computador com ligação à Internet e material multimédia.




SUGESTÕES METODOLÓGICAS GERAIS


De acordo com as finalidades e os objectivos apresentados, torna-se evidente a necessidade de um processo de ensino-aprendizagem centrado no aluno; um processo activo que promova a aquisição rigorosa de conhecimentos, incentive o desenvolvimento de competências e de atitudes socialmente úteis e que fomente a autonomia.

De facto:
"Há maiores possibilidades de aprendizagem nas salas de aula onde existe:
1. Aprendizagem activa, ou seja, abordagens que encorajam os participantes a
implicar-se em oportunidades de aprendizagem.
2. Negociação de objectivos, ou seja, abordagens em que as actividades têm
em conta as motivações e interesses de cada participante.
3. Demonstração, prática e reflexão sobre a prática, ou seja, abordagens em
que se propõem modelos práticos, se promove a sua utilização e se dão
oportunidades de reflectir sobre eles.
4. Avaliação contínua, ou seja, abordagens que promovem a investigação e a
reflexão como meios de revisão da aprendizagem.
5. Apoio, ou seja, abordagens que ajudam os indivíduos a correr riscos."
(UNESCO, 1996)


Pretende-se, assim, que o aluno construa/reconstrua os seus saberes com
rigor e, simultaneamente, se familiarize com métodos de trabalho intelectual que lhe serão indispensáveis ao longo de seu percurso académico. Por outro lado, dadas as características do programa, pretende-se igualmente que o aluno mobilize conhecimentos anteriormente adquiridos, quer em Economia quer em outras disciplinas (como, por exemplo, História e Geografia), e os enquadre nas problemáticas em estudo, articulando-os e, eventualmente, dando-lhes novas significações. De facto, seria grave se os alunos ficassem com a ideia de que questões como as tratadas neste programa ficam suficientemente abordadas quando se utiliza apenas o ponto de vista da Economia. Ao longo de todo o programa, os alunos devem ser recordados de que o estudo da sociedade tem de ser, necessariamente, multidisciplinar, dada a parcialidade da visão de cada uma das Ciências Sociais envolvidas netse estudo, aproveitando-se, sempre que oportuno, para caracterizar a perspectiva específica da Ciência Económica (abordar a realidade social na perspectiva da produção e da utilização de bens escassos necessários à satisfação de necessidades presentes e futuras).
O programa da disciplina permite, ainda, reflexões sobre problemas da actualidade portuguesa, europeia e mundial que, porventura, nenhuma outra, no actual desenho curricular do Ensino Secundário, propicia. Esta reflexão, baseada em conhecimentos e dados científicos, deverá ser enriquecida pelo debate e pela problematização, bem como pelo confronto dos factos com o acervo dos Direitos Humanos – valores de referência universal que se pretendem transversais à diversidade cultural que caracteriza e enriquece o mundo em que vivemos. Sempre que oportuno, o professor poderá também recorrer a “estudos de caso”, utilizando bibliografia disponível. Isto pode ser particularmente útil na abordagem de questões de charneira entre aspectos micro- e macroeconómicos como, por exemplo, o impacte da globalização nas empresas ou as relações destas com o Estado.

Em termos metodológicos, chama-se a atenção para a importância da utilização de estratégias diversificadas, na medida do possível adequadas à diversidade das necessidades e das especificidades dos alunos, sempre com recurso a metodologias activas.
Ressalta ainda das finalidades e dos objectivos definidos a importância a dar ao desenvolvimento de técnicas de pesquisa, de tratamento e de apresentação da informação, com recurso às designadas tecnologias da informação e comunicação. Neste âmbito, e tal como é especificado na última unidade lectiva do programa, pretende-se que os alunos realizem um trabalho de investigação/aprofundamento sobre qualquer conteúdo do programa, podendo o mesmo ser iniciado quando o professor e os alunos o decidirem, em função dos assuntos escolhidos para estudo. Este trabalho deverá desenvolver-se em trabalho de grupo e, quando for considerado oportuno, poderá assumir a forma de trabalho de projecto



AVALIAÇÃO


A avaliação deverá ser uma prática pedagógica sistematizada e contínua, integrada no processo de ensino-aprendizagem, e que deverá incidir não só sobre os produtos mas igualmente sobre os processos, com intenção profundamente formativa. De facto, o professor deverá ter em conta os diversos factores condicionantes das aprendizagens dos alunos, nomeadamente a sua diversidade sociocultural e a sua diversidade de estilos pessoais de aprendizagem, integrando-os nas suas preocupações e permitindo uma selecção mais adequada de estratégias de ensino-aprendizagem e de estratégias de superação de dificuldades detectadas. Do referido decorre a necessidade de recorrer a estratégias, técnicas e instrumentos diversificados de avaliação.
Por outro lado, a avaliação deverá ser sempre uma prática contextualizada, decorrendo das actividades praticadas pelos alunos na sala de aula e, quando necessário, fora dela.
Assim, a avaliação formativa tornará o aluno mais consciente e responsável pela sua aprendizagem, levando-o a identificar os seus pontos críticos, a reconstruir os seus saberes e a reformular os seus processos de trabalho. Ao professor, a avaliação formativa fornecerá informações sobre o comportamento dos vários intervenientes e sobre a eficácia dos processos em uso, permitindo, em tempo que se pretende útil, a introdução de alterações consideradas convenientes e adequadas aos objectivos previamente estabelecidos. Igualmente com carácter formativo deverá praticar-se, sempre que se considere oportuno, a avaliação diagnóstica.
A avaliação sumativa constituirá o momento final de cada ciclo do processo de ensino-aprendizagem, com a consequente classificação dos alunos, não podendo por isso ser negligenciada ou alvo de menor rigor.
Os professores devem, então, no grupo disciplinar/departamento, definir critérios objectivos de avaliação e promover a construção de instrumentos diversificados para a recolha dos elementos de avaliação necessários, para além dos testes escritos, não esquecendo que esta deverá contemplar o domínio dos conhecimentos mas, também, o das competências.
Recorda-se, ainda, o papel educativo da promoção de hábitos de rigorosa auto e hetero-avaliação dos alunos. De facto, os alunos devem assumir um papel activo e interveniente também no processo de avaliação, quer individual, quer colectiva, propondo, debatendo, clarificando e criticando critérios de avaliação, gerais e específicos de determinadas actividades, nos momentos para tal considerados adequados. Também assim se educa para a cidadania, ao promover-se a reflexão e o confronto justificado de opiniões numa matéria
sentida como particularmente importante pelos alunos.


Assim, devem ser considerados os seguintes objectos de avaliação:

-As atitudes e os comportamentos na aula, nomeadamente a
assiduidade, a pontualidade e a participação nos trabalhos do dia-a-dia
(nível de empenho e qualidade dessa participação).
- Os conhecimentos e as competências.
- A progressão no nível de consecução dos objectivos.

Considera-se ainda fundamental que a avaliação formativa promova o
desenvolvimento de hábitos e de métodos de estudo, bem como o
desenvolvimento de técnicas de trabalho intelectual, no domínio da pesquisa,
selecção, tratamento e apresentação da informação, procurada em fontes
diversificadas, e com recurso às tecnologias da informação e da comunicação.

Por outro lado, os instrumentos de avaliação deverão ser diversificados e
adequados aos objectos da avaliação. Entre outros, a seleccionar em função
das circunstâncias concretas, sugerem-se:
- Grelhas de registo de atitudes e de comportamentos.
- Grelhas de observação do trabalho individual e em grupo dos alunos.
- Entrevistas e questionários.
- Relatórios de actividades, nomeadamente de visitas de estudo e de
participação em debates.
- Apresentações escritas e orais de trabalhos (fichas de trabalho,
trabalhos de investigação, trabalhos de projecto, etc.).
- Testes escritos que contemplem tipos diversificados de questões
(questões objectivas de diversos tipos, questões de composição curta e
questões de composição longa).
- Testes orais.





BIBLIOGRAFIA

A) LIVROS
- Adda, J. (1997). A Mundialização da Economia (2 vols). Lisboa: Terramar.
Analisa a génese da mundialização da economia, bem como os problemas dela
decorrentes. Para professores.

-Baptista, A. F. (dir.) (2000). Guia do Mundo 2000–2001. Lisboa: Trinova
Editora.
Informações sobre todos os países e territórios não autónomos do mundo, bem como
sobre as organizações económicas internacionais. É acompanhado por uma base de
dados em CD-Rom. Para professores e alunos.

-Bélanger, M. (1999). Instituições Económicas Internacionais. Lisboa:
Instituto Piaget.
Analisa as principais instituições económicas internacionais, bem como a mundialização
económica actual e os seus limites. Para professores.

-Blair, T. et al. (2000). Millenarium – Que Futuro para a Humanidade?.
Lisboa: Editorial Bizâncio.
Jovens de todo o mundo questionam os Chefes de Estado dos sete países mais poderosos
do planeta sobre o futuro da humanidade. Acessível aos alunos.

-Boniface, P. (1997). Dicionário das Relações Internacionais. Lisboa: Plátano
Editora.
Acessível aos alunos.

-Boniface, P. (dir.) (1999). Atlas das Relações Internacionais. Lisboa:
Plátano Editora.
Sintetiza os grandes acontecimentos e as principais tendências da evolução do mundo
contemporâneo. Livro de consulta, acessível aos alunos.

-Brandt, W. (coord.) (1981). Norte-Sul: Assegurar a Sobrevivência. Lisboa:
Moraes Editores / IED.
Relatório da Comissão Internacional presidida por Willy Brandt. Texto de referência para
professores.

- Brysk, A. (ed.) (2002). Globalization and Human Rights. Berkeley: University
of California Press.
Para professores.

- Cameron, R. (2000). História Económica do Mundo. Mem Martins:
Publicações Europa–América.
Complementa os factos políticos e económicos com dados sociais e demográficos. Útil
para consulta de professores.

-Carol, A. et al. (1999). Resumo da História do Século XX. Lisboa: Plátano
Editora.
Livro de consulta para alunos.

- Castells, M. (2002 e 2003). A Era da Informação: Economia, Sociedade e
Cultura (3 vols.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Manual universitário. Para professores.

- Coelho, C. M. et al. (2001). O Parlamento Europeu depois de Nice. Porto:
Fólio Edições.
Síntese actualizada sobre a União Europeia. Inclui a Carta dos Direitos Fundamentais da
União Europeia. Acessível a alunos.

-Combesque, M. A. (dir.) (1998). Introdução aos Direitos do Homem. Lisboa:
Terramar.
Livro introdutório sobre o tema. Acessível aos alunos.

-Comissão Sul (1991). O Desafio ao Sul. Porto: Edições Afrontamento.
Relatório da Comissão Sul. Texto de referência para professores.

-Cordellier, S. (org.) (1998). A Globalização para lá dos mitos. Lisboa:
Editorial Bizâncio.
Análise do tema feita por diversos autores. Para professores.

-Cordellier, S. (dir.) (2000). O novo estado do mundo. 80 ideias-força para
entrar no século XXI. Porto: Campo das Letras.
Síntese sobre a actualidade acessível aos alunos.

-Covas, A. (1997). A União Europeia. Oeiras: Celta Editora.
Análise de alguns problemas colocados à União Europeia no início do século XXI. Para
professores.

-Defarges, P. M. (1997). As Relações internacionais desde 1945. Lisboa:
Gradiva.
Útil para consulta dos alunos.

-Dent, C. M. (2000). A Economia Europeia. O Contexto Global. Lisboa:
Instituto Piaget.
Problematiza os desafios da economia europeia face à crescente globalização mundial e
aos restantes blocos económicos.

-Dollfus, O. (1998). A Mundialização. Mem Martins: Publicações Europa-
América.
Perspectiva de um geógrafo sobre o tema. Útil para professores.

-Estefanía, J. (1996). A Nova Economia. Lisboa: Editorial Presença.
Livro introdutório ao tema. Útil para professores.

-Fisher, W. F.& Ponniah,T. (eds.) (2003). Another World Is Possible. Popular
Alternatives to Globalization at the World Social Forum. London: Zed Books.
Para professores.

- Fontaine, P. (1998). A Construção Europeia de 1945 aos Nossos Dias.
Lisboa: Gradiva.
Livro introdutório, muito acessível aos alunos.

- Fundação Calouste Gulbenkian, (org.) (2001). Globalização,
Desenvolvimento e Equidade. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
Aborda questões cruciais do presente debatidas por especialistas internacionais em
Seminário organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

-Fundação Calouste Gulbenkian, (org.) (2003). Globalização, Ciência,
Cultura e Religiões. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
Aborda questões cruciais do presente debatidas por especialistas internacionais em
Seminário organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

-Giddens, A. (2000). O Mundo na Era da Globalização. Lisboa: Editorial
Presença.
Análise sociológica de algumas características do mundo actual. Muito útil para
professores.

- Gillmor, D. (2005). Nós, os Media. Lisboa: Editorial Presença.
- Grupo de Lisboa (1994). Limites à Competição. Mem Martins: Publicações
Europa-América.
Análise do papel da competição no processo de globalização económica e social, bem
como das suas consequências. Para professores.

-Guesnerie, R. (2000). A Economia de Mercado. Lisboa: Instituto Piaget.
Reflexão sobre os papéis do Estado e do mercado nos mecanismos económicos. Acessível
aos alunos.

-Hadjor, K. B. (1993). Dictionary of Third World Terms. London: Penguin
Books.
Muito útil para professores e mesmo para alunos que dominem a língua inglesa.

-Huntington, S. P. ( 1999). O Choque das Civilizações e a Mudança na
Ordem Mundial. Lisboa: Gradiva.
Análise da política mundial após a queda dos regimes comunistas, bem como de possíveis
linhas de evolução das relações internacionais. Para professores.

-Instituto de Inovação Educacional (2000). Educação para os Direitos
Humanos. Lisboa: IIE.
Apresenta textos fundamentais sobre o assunto, bem como bibliografia específica e
endereços da Internet.

- IFG (2002). Alternatives to Economic Globalization – A Report of The International
Forum on Globalization. San Francisco: Berrett-Koehler Publishers.
Para professores.

- INE (2004). 30 Anos de 25 de Abril – Um Retrato Estatístico. Lisboa: INE.

- International Monetary Fund. Folhetos da colecção Economic Issues.

- Landes, D. S. (2001). A Riqueza e a Pobreza das Nações. Lisboa: Gradiva.
Análise da complexa interacção de circunstâncias históricas e de factores políticos,
económicos e socioculturais que têm condicionado o progresso económico das diferentes
economias mundiais.

- Marques, V. S. (1994). Regressar àTerra. Lisboa: Fim de Século.
Texto sobre consciência ecológica e política de ambiente. Para professores.


-Marques, V. S. (1998). O Futuro Frágil. Mem Martins: Publicações Europa-
América.
Texto sobre a crise global do ambiente. Para professores.

- Martinussen, J. (1997). Society, State & Marquet. London: Zed Books.
Analisa diferentes teorias do desenvolvimento.

- Meadows, D. et al. (1972). Os Limites do Crescimento. Lisboa: Publicações
Dom Quixote.
Um texto clássico de referência para professores.

-Meadows, D. et al. (1993). Além dos Limites. Lisboa: Difusão Cultural.
Um texto de referência para professores, escrito vinte anos depois do primeiro.

-Medeiros, E. R. (1998). Blocos Regionais de Integração Económica no
Mundo. Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Manual universitário sobre o assunto. Útil para professores.

-Medeiros, E. R. (2000). Economia Internacional. Lisboa: Instituto Superior
de Ciências Sociais e Políticas.
Manual universitário de introdução ao tema. Útil para consulta de professores.

-Mendes, N. C. (1997). Segurança e Desenvolvimento Económico na Região
Ásia-Pacífico. Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Análise das relações entre segurança e desenvolvimento na região Ásia-Pacífico, da
segunda guerra à actualidade. Para professores.

-Morin, E. & Kern, A. B. (1993). Terra-Pátria. Lisboa: Instituto Piaget.
Evidencia a necessidade de uma visão global e integrada dos problemas do Homem e do
Planeta. Necessário a professores.

-Murteira, M. (1995). O que é Economia Mundial. Lisboa: Difusão Cultural.
Livro sobre a emergência da “nova ordem global” do fim do século XX. Acessível aos
alunos.

-Murteira, M. (1997). Economia do Mercado Global. Lisboa: Editorial
Presença.
Útil para a compreensão da economia mundial actual e de conceitos como regionalização,
globalização e integração. Pode ser consultado pelos alunos.

- Murteira, M. (2003). O que é Globalização. Lisboa: Quimera.
Muito útil. De leitura fácil, mesmo para os alunos.

- Murteira, M. (2004). O que é Economia do Conhecimento. Lisboa: Quimera.

- Nazareth, J. M. (1996). Introdução à Demografia. Lisboa: Editorial,Presença.
Para além de uma introdução teórica às técnicas demográficas, aborda os traços gerais da
evolução da população mundial. Para professores.

- Neves, C. (2004). Dois Milhões de Anos de Economia. Lisboa: UCE.

- Nouschi, M. (1999). Breve Atlas Histórico do Século XX. Lisboa: Instituto
Piaget.
Livro de consulta acessível aos alunos.

-Nunes, A. B. & Valério, N. (1995). O Crescimento Económico Moderno.
Lisboa: Editorial Presença.
Introdução à história da economia mundial contemporânea. Útil para professores. Pode ser
consultado pelos alunos.

-Nunes, A. B. & Valério, N. (1997). História da Economia Mundial
Contemporânea. Lisboa: Editorial Presença.
Manual universitário de nível elementar sobre o tema. Útil para professores.

-Nunes, M. J. (1993). De Roma a Maastricht. Lisboa: Publicações Dom
Quixote.
Apresentação sumária da evolução do ideal europeu e dos principais passos na construção
da União Europeia. Acessível a alunos.

-OCDE (2000). As Tecnologias do Século XXI. Lisboa: Ministério da
Economia – GEPE.
Reflexão sobre as tecnologias do presente/futuro e sobre as suas consequências na vida
da Humanidade. Para professores.

-OCDE (2001). O Futuro da Economia Global. Lisboa: Ministério da
Economia – GEPE.
Aborda as perspectivas de crescimento económico e de desenvolvimento no contexto das
mudanças mundiais ocorridas no final do século XX.

-Parlamento Europeu (2000). O Parlamento Europeu e a defesa dos Direitos
do Homem. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das
Comunidades Europeias.
Texto para alunos.

-Pintassilgo, M. L. (coord.) (1998). Cuidar o Futuro. Lisboa: Trinova Editora.
Relatório da Comissão Independente para a População e Qualidade de Vida, presidida por
M. de L. Pintassilgo. Para professores.

-Plataforma Portuguesa das ONGD (1995). Desenvolvimento: Dúvidas e
Esperanças. Lisboa: Multinova.
Textos recolhidos na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Social e no Forum
Internacional das ONG, em Copenhaga, em Março de 1995. Para professores.

-Rainelli, M. (1998). A Organização Mundial do Comércio. Lisboa: Terramar.
Faz um balanço dos trabalhos realizados pelo GATT, desde a sua origem, e uma avaliação
da OMC que lhe sucedeu em 1995. Para professores.

-Rebordão, M. (1994). A Construção Europeia. Porto: Areal Editores.
Livro introdutório, muito acessível aos alunos.

-AAVV. (2002) Report of the International Forum on Globalization.
Alternatives to Economic Globalization (A Better World is Possible). San
Francisco: BK.

- Richonier, M. (1992). As Metamorfoses da Europa de 1769 a 2001. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.
Livro útil para professores. Alguns capítulos podem ser consultados pelos alunos.


- Rist, G. (2002). The History of Development – from Western Origins to
Global Faith. London: Zed Books.
Muito útil para professors.

- Romão, A. (org.) (2004). Economia Europeia. Oeiras: Celta Editora.

- Rosnay, J. (1995). O Macroscópio – Para Uma Visão Global. Vila Nova de
Gaia: Estratégias Criativas.
Um texto clássico de referência para professores.

-Sachs, W. (2003). The Development Dictionary. London: Zed Books.

- Schumacher, E. F. (1985). Small is Beautiful. Lisboa: Publicações Dom
Quixote.
Um texto clássico de referência para professores.

- Sen, A. (1999). Development as Freedom. Oxford: Oxford University Press.
Contributo fundamental para a compreensão do desenvolvimento na perspectiva do prémio
Nobel da Economia de 1998. Em 2003 foi editada uma tradução portuguesa pela Gradiva.

- Soares, M. (coord.) (1998). O Oceano Nosso Futuro. Lisboa: Expo 98/
Fundação Mário Soares.
Relatório da Comissão Mundial Independente para os Oceanos, presidida por Mário
Soares. Para professores.

- Soares, M. (2003). Um Mundo Inquietante. Lisboa: Temas e Debates.
Conjunto de textos sobre problemas da actualidade mundial, em linguagem acessível aos
alunos.

- Stiglitz, J. (2002). Globalização – A grande desilusão. Lisboa: Terramar.
Fundamental para professores. Igualmente fundamental o prefácio da edição portuguesa
da autoria do Bastonário da Ordem dos Economistas, António Simões Lopes.

- Stoffaes, C. (1991). A Crise da economia Mundial. Lisboa: Publicações Dom
Quixote.
Livro útil para professores. Alguns capítulos podem ser consultados pelos alunos.

- Sutcliffe, B. (2004). 100 Imagens de Um Mundo Desigual. Lisboa: Caminho.

- Tamames, R. (1983). Crítica dos Limites do Crescimento. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.
Um texto clássico, de referência para professores, no âmbito da análise das relações entre
desenvolvimento e ecologia.

- Tamames, R. (2000). Estrutura Económica Internacional. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.
Aborda questões essenciais da estrutura económica mundial e do desenvolvimento. Edição
completamente reestruturada e actualizada relativamente à edição de 1970.

-Teulon, F. (1994). Crescimento, Crises e Desenvolvimento. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.
Livro útil para professores. Alguns capítulos podem ser consultados pelos alunos.

- Todaro, M. P. & Smith, S. C. (2003). Economic Development (8ª ed.).
London: Addison-Wesley.
Livro muito útil para professores.

- Torres, A. (1996). Demografia e Desenvolvimento: Elementos Básicos.
Lisboa: Gradiva.
Livro de iniciação à demografia, destinado principalmente a estudantes de economia.

-Vindt, G. (1999). 500 Anos de Capitalismo – A Mundialização, de Vasco da
Gama a Bill Gates. Lisboa: Temas e Debates.
Analisa as etapas da mundialização do capitalismo numa linguagem acessível aos alunos.

-Warnier, J. (2000). A Mundialização da Cultura. Lisboa: Editorial Notícias.
Análise complementar da mundialização económica, muito útil para professores.

-Waters, M. (1999). Globalização. Oeiras: Celta Editora.
Livro útil para a compreensão do conceito sociológico de globalização e das suas
consequências políticas, económicas e sociais.

-WCED, (1991). O Nosso Futuro Comum. Lisboa: Meribérica/Liber. Editores,
Lda.
Relatório da Comissão Mundial do Ambiente e Desenvolvimento presidida por Gro Harlem
Brundtland, fundamental para a difusão do conceito de “Desenvolvimento Sustentável”.




B) PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

- Banco Mundial. World Development Report. Oxford: Oxford University
Press.
Publicação anual sobre a situação económica mundial com importante informação
estatística. Aborda um tema principal em cada ano. O Relatório de 2003 tem por tema
“Sustainable Development in a Dynamic World”. Para professores e alunos.

- Brown, L. R. et al. State of the World. New York: W. W. Norton & Company.
Relatório anual do Worldwatch Institute sobre a situação mundial, tendo em vista um futuro
sustentável. Para professores.

Cordellier, S. & Didiot, B. (dir.). L’État du Monde. Paris: Éditions La
Découverte & Syros.
Anuário económico e geopolítico mundial. Para professores e alunos que dominem a língua
francesa.

- FNUAP. A situação da população mundial. New York: Prographics,
Inc. .
Publicação anual.

- Janus – Anuário de Relações Exteriores. Lisboa: UAL/Público.
Publicação anual.

- Ordem dos Economistas Portugueses. O Economista. Lisboa: Polimeios /
Ordem dos Economistas Portugueses.
Anuário da economia portuguesa onde os principais problemas da actualidade económica
e social são tratados por autoridades nacionais nas diferentes matérias abordadas. Para
professores.

-PNUD. Relatório do Desenvolvimento Humano. Lisboa: Trinova Editora.
Publicação anual onde é apresentado, desde 1990, o IDH. O Relatório de 2000 tem por
tema “Os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Humano”. Para professores e alunos.

-Montbial, J. (dir.). Rapport Annuel Mondial sur le Système Économique et
les Stratégies. Paris: Dunot.
Relatório anual que aborda vários problemas económico-sociais que se colocam na
entrada do século XXI.




Sites Nacionais e Internacionais

- Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos –
www.unchr.ch


- AMI – Fundação de Assistência Médica Internacional –


- Amnistia Internacional –


- Amnistia Internacional (Secção Portuguesa) –


- ASEAN – www.aseansec.org


- Banco Mundial – www.worldbank.org
nomeadamente o programa “Voices of the Poor” em www.woldbank.org/globallinks/index.htm


- Banco de Portugal – www.bportugal.pt


- Centro de Informação Europeia Jacques Delors –


- Centro Norte-Sul do Conselho da Europa –


- CIDM – Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres –
www.cidm.pt


- Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+10) –
www.un.org/rio+10/


- Conselho da Europa – www.coe.int


- DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor –
www.deco.proteste.pt


- Estatísticas das Penn World Tables –


- Europa (Servidor da União Europeia) – www.europa.eu.int


- FMI – www.imf.org


- Gabinete de Documentação e Direito Comparado da Procuradoria Geral da
República – www.gddc.pt


- Greenpeace International – www.greenpeace.org


- Instituto Nacional de Estatística – www.ine.pt


- Jornais:

- Diário Económico – www.diarioeconomico.com


- Jornal de Negócios – www.negocios.pt


- Notícias da União Europeia – www.euobserver.com


- Semanário Económico – www.semanarioeconomico.iol.pt


- MERCOSUL – www.rav.eu.uw/mercosur


- Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do
Desenvolvimento Regional –


- Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do
Desenvolvimento Regional – Departamento de Prospectiva e Planeamento -
www.dpp.pt


- Ministério da Economia e da Inovação –


- Ministério da Economia e da Inovação – Gabinete de Estudos Estratégicos
www.gee.min-economia.pt

- Ministério das Finanças e da Administração Pública –


- NAFTA – www.nafta.net


- OCDE – www.oecd.org


- OIKOS – Cooperação e Desenvolvimento – www.oikos.pt


- OMC – www.wto.org


- ONU – www.un.org e www.unsyst.org


- ONU (Gabinete em Portugal) – www.onuportugal.pt


- OPEP – www.opec.org


- Ordem dos Economistas – www.ordemeconomistas.pt


- Parlamento Europeu (Gabinete em Portugal) – www.parleurop.pt


- PNUD (Desenvolvimento) – www.undp.org


- Presidência do Conselho de Ministros – www.pcm.gov.pt


- Provedoria de Justiça – www.provedor-jus.pt


- UNCTAD (Comércio e Desenvolvimento) – www.unctad.org


- UNEP (Ambiente) – www.unep.org


- UNFPA (População) – www.unfpa.org,
nomeadamente, www.unfpa.org/swp/swpmain.htm

(excertos retirado do Programa de Economia C do 12º ano do Curso Científico-Humanístico, da variante das Ciências Socioeconómicas, cujos autores foram António Pastorinho, Elsa Silva (coord.), Lúcia Lopes, Manuela Silvestre, Rosa Moinhos, e que foi editado pelo Ministério da Educação)

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